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Resumo em 10 segundos

Disputa quente entre STF e Congresso sobre marco temporal, PL da dosimetria e os desdobramentos do caso Ramagem — o jogo para 2026 já começou 🤔⚖️

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STF x Congresso: disputa sobre o marco temporal e as penas do 8/1 entra em nova fase ⚖️🧵 O Supremo acumula votos que podem derrubar a tese do marco temporal enquanto o Senado discute o PL que define dosimetria das penas do ataque de 8 de janeiro — e tudo isso respinga em 2026.

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Calma, o que é esse tal de marco temporal? É uma tese que limita demarcações indígenas a quem já estava em terras em 1988. Se o STF derrubar, amplia espaço legal pra fortalecer direitos originários — impacto direto em comunidades e em políticas públicas.

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Do outro lado, o PL da dosimetria quer regras pra fixar penas dos envolvidos no 8/1. Tem quem veja como necessidade de clareza e quem alerta pra tentativa legislativa de moldar o resultado de processos em curso. Independência entre Poderes em teste.

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O caso Ramagem aparece nos desdobramentos: investigações, possíveis ligações e repercussão política. Ainda há muita controvérsia sobre provas e motivações, e isso alimenta narrativas pró e contra — lembrando que transparência é essencial.

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E 2026? As articulações já fervem: decisões judiciais e projetos no Congresso viram cartas em estratégias eleitorais. Quem se beneficia politicamente é debate aberto — o risco é transformar instituições em palcos de disputa, em vez de buscar soluções públicas.

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O que ficar de olho nas próximas semanas: votos no STF, relatórios no Senado, manifestações da sociedade civil e posicionamentos de movimentos indígenas. As consequências vão além de política — tocam direitos, memória e responsabilidade criminal.

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No fim, o que está em jogo não é só uma tese jurídica ou um projeto de lei: é a força das instituições, a proteção de direitos e a qualidade do debate público. Vale acompanhar com atenção e cobrar transparência. Reflexão final: decisões de agora vão moldar o país dos próximos anos.

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