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Resumo em 10 segundos

Ex-prefeito réu em investigação de licitações é anunciado como suplente na chapa do PL em SP — o que isso diz sobre política, confiança e o uso do dinheiro público? 🧭

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Anunciado como suplente ao Senado por Eduardo Bolsonaro, Fernando Fiori de Godoy — ex-prefeito de Holambra e réu em ação sobre licitações — vai compor a chapa de André do Prado (PL-SP) 🧵 Uma escolha que acende alarmes sobre imagem e legalidade.

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A história começa em Holambra: Doutor Fernando governou a cidade entre 2012 e 2020. Segundo reportagem do GLOBO, ele é réu em investigação que apura licitações fraudulentas e possíveis desvios de recursos de prefeituras do interior paulista.

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Ironia política: em campanha, o empresário chegou a chamar Tarcísio de '171' — xingamento que virou rótulo em redes. Hoje, com um processo em andamento, a narrativa muda: quem aponta o dedo também pode ter manchas no passado.

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No roteiro da política paulista, a entrada de um nome com investigação para compor uma chapa bolsonarista revela tensões: balanço entre presunção de inocência e o direito da sociedade à transparência sobre quem representa o público.

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Para comunidades do interior, desvios em licitações significam serviços escolares, de saúde e infraestrutura comprometidos. Essa é a parte humana da história: decisões políticas se traduzem em vidas reais — por isso a cobrança por responsabilidade importa.

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Do ponto de vista jurídico e eleitoral, ser réu não impede candidatura imediatamente, mas alimenta debate sobre elegibilidade, moralidade administrativa e a necessidade de mecanismos que protejam dinheiro público e o interesse coletivo.

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Fecho a história com uma pergunta: queremos representantes que chegam ao Senado enquanto respondem a investigações sobre recursos municipais? A resposta passa pelo voto informado, pela atuação do Judiciário e pela pressão por transparência.

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