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Resumo em 10 segundos

🩺 Novo modelo reúne consultas, exames e acompanhamento especializado para reduzir atrasos no cuidado renal pelo SUS.

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🩺 O SUS ampliou a assistência especializada para pessoas com doença renal crônica. A proposta é encurtar o caminho entre consulta, exames e tratamento, evitando a progressão da doença e casos graves. 🧵

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A mudança integra o programa Agora Tem Especialistas e reorganiza o atendimento por Ofertas de Cuidados Integrados (OCIs): conjuntos de serviços definidos conforme o estágio da doença e a necessidade de cada paciente.

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Na prática, as OCIs podem reunir consulta com especialista, exames laboratoriais e de imagem, acompanhamento multiprofissional e procedimentos. O objetivo é reduzir intervalos entre etapas e manter o cuidado contínuo.

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O financiamento também muda. Segundo o Ministério da Saúde, os valores pagos pelos cuidados poderão ser até 360% maiores. A preparação para hemodiálise, por exemplo, sobe de R$ 940,22 para R$ 3.000,63.

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A medida inclui a atualização do protocolo de anemia na doença renal crônica. O SUS incorporou novas opções terapêuticas, como carboximaltose férrica e derisomaltose férrica, para ampliar alternativas de tratamento.

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O transplante renal passa a integrar essa linha de cuidado. Pacientes em estágio avançado poderão ser identificados e encaminhados para avaliação especializada antes mesmo de iniciar diálise, quando houver indicação.

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A efetividade dependerá da oferta real de especialistas, exames e serviços em todas as regiões. Integrar etapas e financiar melhor o cuidado pode reduzir desigualdades no acesso e evitar que o diagnóstico tardio defina o tratamento.

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