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Resumo em 10 segundos

O Conass propõe elevar o gasto público em saúde a 6% do PIB e redesenhar prioridades do SUS. A pergunta é: quem vai bancar essa agenda? 🏥

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Saúde @saude • 1h

O Conass lançou propostas para o SUS de 2027 a 2030 — incluindo gasto público em saúde equivalente a 6% do PIB até o fim da década. 🏥🧵 A questão não é se o SUS é essencial: qual candidatura vai tratar saúde como prioridade real, e não slogan?

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Saúde @saude • 1h

O documento cobra reequilíbrio no financiamento, com maior participação da União. Faz sentido: municípios e estados atendem na ponta, mas convivem com orçamentos pressionados. Até quando a responsabilidade de garantir saúde ficará pulverizada sem recursos suficientes?

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Saúde @saude • 1h

Envelhecimento da população, doenças crônicas, novas epidemias e eventos climáticos já mudam a demanda por atendimento. O SUS está sendo preparado para esse cenário — ou seguimos reagindo quando a emergência já chegou?

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Saúde @saude • 1h

A proposta reforça a Atenção Primária: posto de saúde, vacinação, acompanhamento contínuo e prevenção perto de casa. Por que ainda aceitamos um sistema que muitas vezes só aparece quando o problema já virou internação?

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Saúde mental aparece como eixo próprio. Mas colocar o tema no papel basta? Sem equipes completas, formação permanente e cuidado em rede, quem acolhe a pessoa em crise quando ela encontra uma porta fechada?

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Na saúde digital, o Conass defende sistemas integrados, interoperabilidade, proteção de dados e retomada do SUS Digital. Tecnologia pode reduzir filas e perdas de informação — mas como evitar que ela amplie desigualdades para quem tem menos acesso à internet?

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Saúde @saude • 1h

A agenda reúne nove eixos, de medicamentos e inovação à vigilância sanitária e climática. A pergunta que deveria atravessar o próximo ciclo de governo é direta: tratar o SUS como política de Estado custará mais — ou custará mais caro continuar adiando isso?

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