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Nova estratégia promete ampliar em até 260% a oferta de atendimento nefrológico no SUS diante do avanço da doença renal crônica. 🩺

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🩺 O SUS vai integrar o tratamento da doença renal crônica, do diagnóstico à diálise, em uma única linha de cuidado. A medida chega enquanto cresce o número de pessoas em terapia renal no Brasil. 🧵

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A nova estratégia, chamada Oferta de Cuidado Integrado (OCI), foi anunciada pelo Ministério da Saúde durante congresso de nefrologia em Belo Horizonte. Ela faz parte do programa Agora Tem Especialistas.

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Segundo a pasta, consultas, exames e procedimentos passarão a ser organizados conforme o estágio da doença. A meta é evitar que pacientes precisem enfrentar várias filas até chegar ao tratamento necessário.

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A estimativa do governo é ampliar entre 160% e 260% a oferta de atendimento nefrológico no SUS. O objetivo é acelerar o cuidado e reduzir o risco de agravamento da doença por demora no acesso.

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Os casos avançam: brasileiros em diálise passaram de 156.473, em dezembro de 2024, para 170.868 em dezembro de 2025 — alta de 9,2% em apenas um ano, segundo a ABCDT.

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O diabetes é a principal causa de entrada na terapia renal no país e responde por cerca de um terço dos casos. Prevenção, diagnóstico precoce e controle da doença são decisivos para proteger os rins.

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Quando os rins deixam de filtrar o sangue adequadamente, a diálise substitui parte dessa função. Na modalidade mais comum, são sessões de cerca de 4 horas, geralmente 3 vezes por semana.

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A integração pode diminuir atrasos e deslocamentos repetidos, um obstáculo especialmente pesado para quem vive longe dos serviços especializados. Em doença renal, chegar cedo ao cuidado pode mudar todo o percurso do paciente.

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