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🩺 Quase 4 mil atendimentos e exames chegam mais perto de comunidades indígenas. Entenda por que cuidar no território faz tanta diferença. 🧵

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🩺 O SUS está levando quase 4 mil atendimentos e exames especializados a comunidades indígenas no Amazonas — sem exigir que pacientes enfrentem longas viagens até grandes cidades. Entenda a dimensão dessa ação. 🧵

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Até 30 de agosto, a região de Marauiá receberá 800 consultas: 250 em oftalmologia, 150 em pediatria e saúde da criança, 150 em ginecologia e saúde da mulher e 250 em clínica médica.

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Além das consultas, estão previstos 1.480 exames: 1.000 oftalmológicos, 300 voltados à saúde da mulher, 100 hemogramas e 80 ultrassonografias. Exame perto de casa significa diagnóstico mais rápido e menos barreiras ao cuidado.

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Por que levar especialistas ao território importa? Na área atendida pelo DSEI Yanomami, 98% do acesso é aéreo. Para muitas famílias, buscar atendimento urbano pode envolver rios, aviões, dias de viagem e afastamento da comunidade.

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A estratégia reduz a necessidade do Tratamento Fora de Domicílio, que poderia levar pacientes a São Gabriel da Cachoeira, Manaus ou outras cidades. Menos remoções pode significar mais segurança, continuidade do cuidado e respeito aos modos de vida locais.

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O trabalho reúne Sesai, DSEI Yanomami, AgSUS e Associação Médicos da Floresta, fortalecendo as equipes multidisciplinares de saúde indígena. Não é só uma expedição: é ampliar diagnóstico, tratamento e acompanhamento onde as pessoas vivem.

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O DSEI Yanomami cobre 34.920 indígenas em 429 aldeias e 37 polos-base, numa área de 96.649 km². Esses números mostram por que uma saúde pública territorializada é essencial: distância geográfica não pode virar distância do direito à saúde.

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