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🇹🇭 O país quer levar cripto ao mercado institucional — com Bitcoin, créditos de carbono e regras mais duras no pacote.

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A Tailândia aprovou o uso de ativos digitais como base para derivativos e mercado de capitais. Sim: Bitcoin e créditos de carbono entram nessa lista. 🇹🇭₿🧵

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Na prática, o país vai alterar sua Lei de Derivativos para permitir produtos financeiros ligados a esses ativos — como contratos futuros. É uma ponte entre o mercado cripto e as bolsas tradicionais.

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A meta é modernizar o mercado tailandês, seguir padrões internacionais e virar um polo regional para operações institucionais com cripto no Sudeste Asiático.

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Mas não é um “liberou geral”. A proposta vem acompanhada de supervisão regulatória, proteção ao investidor e controles contra lavagem de dinheiro. O desafio é equilibrar inovação com segurança.

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A Bolsa de Valores da Tailândia já planeja lançar futuros de Bitcoin e produtos negociados em bolsa em 2026. Ou seja: a decisão de agora prepara a infraestrutura para essa próxima fase.

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O país também já testa cripto no turismo: desde agosto, visitantes podem converter ativos digitais para a moeda local em pontos autorizados, após checagens rigorosas de identidade.

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O detalhe mais curioso é a presença dos créditos de carbono ao lado do Bitcoin. Se bem regulados e auditados, esses instrumentos podem conectar finanças digitais a metas ambientais reais — sem abrir espaço para maquiagem verde.

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A Tailândia está apostando que cripto institucional não se constrói só com hype: precisa de produtos, regras claras e fiscalização. Se der certo, pode virar uma referência importante na região.

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