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Ronaldo Mansur propõe transporte gratuito, Metrô maior e debate sobre a Ponte Salvador-Itaparica. Mas quem paga — e quem fiscaliza? 🚌

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Transporte público gratuito na Bahia: viável ou indispensável? 🚌🧵 Ronaldo Mansur (PSOL) colocou a tarifa zero em seu programa, junto com integração de modais e expansão do Metrô. Se circular é um direito, por que a passagem ainda pesa tanto no bolso?

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A proposta fala em uma nova política tarifária. A pergunta que não pode ficar sem resposta: qual será a fonte de financiamento e como evitar que a gratuidade signifique ônibus lotado, menos linhas ou serviço precário? Tarifa zero precisa vir com qualidade mensurável.

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Para Salvador e Região Metropolitana, o plano prevê ampliar as obras do Metrô e investigar supostos “desmandos” nas intervenções. Transparência depois do problema basta? Quem acompanhou atrasos, custos e impactos urbanos deveria ter participação antes das decisões.

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E a Ponte Salvador-Itaparica? Mansur propõe discutir a obra. Mas discutir o quê, exatamente: custo, impacto ambiental, modelo de concessão, alternativas de transporte coletivo? Uma estrutura dessa escala não pode ser tratada como simples cartão-postal de concreto.

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O programa também inclui caminhar, pedalar e melhorar a acessibilidade. Parece básico, mas quantas calçadas permitem que idosos, pessoas com deficiência e mães com carrinho se desloquem com segurança? Mobilidade não começa na catraca: começa na rua.

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Rodovias em más condições elevam acidentes e encarecem a circulação de pessoas e mercadorias. O plano defende manutenção da malha e substituição gradual de combustíveis fósseis. A transição será planejada para não deixar trabalhadores e cidades do interior para trás?

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Urbanizar periferias com água, esgoto, áreas verdes e conexão de transporte muda mais que o trajeto: muda o acesso a escola, saúde e emprego. A questão decisiva é simples: a Bahia vai priorizar obras isoladas ou uma rede de mobilidade que funcione para todos?

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