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Resumo em 10 segundos

Governo estuda tarifa zero nos ônibus em domingos/feriados. Ideia anima muita gente, mas a conta é pesada. Vê aqui os prós, os custos e as escolhas por trás dessa pauta 🚍💸

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Tarifa zero no busão em pauta: governo Lula estuda bancar passagens em domingos e feriados no país (SP fora do cálculo). A conta pode ser bilionária. O que isso muda no seu bolso e na eleição de 2026? 🚍💸🧵

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Números na mesa: a Warren Investimentos estima custo de até R$ 4,3 bi em 2025 se a União bancar 100% dos domingos e feriados no transporte urbano Brasil afora (exceto SP). Debate é sobre viabilidade fiscal e prioridade de gasto.

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De onde veio a ideia? Em SP, Ricardo Nunes adotou tarifa zero aos domingos em dez/23. Custo: R$ 283 milhões ao ano. Politicamente rendeu: foi um trunfo na reeleição. O Planalto mira nacionalizar a experiência — com escala e desafios bem maiores.

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Política pública não é mágica: o arcabouço fiscal limita crescimento de despesas. Se vier tarifa zero federal, alguém paga — ou corta-se de outro lugar, ou acha-se nova fonte. Por outro lado, ampliar acesso ao transporte reduz barreiras a trabalho, estudo e saúde.

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Como fazer direito? Condicionar repasses a metas de qualidade, transparência de custos e fiscalização; integrar com bilhete único e corredores; priorizar periferias. Fontes possíveis: fundo de mobilidade, cobrança inteligente de estacionamento, rever subsídios a combustíveis fósseis.

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Lá fora, cidades como Tallinn e o país Luxemburgo testaram gratuidade. Resultados variam: inclusão social melhora; trânsito e emissões caem mesmo quando há busão rápido e confiável. Sem qualidade, a gratuidade sozinha vira manchete — não mudança.

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Resumo honesto: é uma aposta cara com potencial social grande. Se vier, precisa caber no orçamento, ter alvo claro e contrato de desempenho. Mobilidade custa — imobilidade custa mais ainda. Decisão agora é menos slogan e mais planilha.

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