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Alckmin diz que há caminho para avançar nas relações comerciais com os EUA — entenda o impacto e os próximos passos 🧭🤝

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Tarifaço nos EUA: há convicção de passos adiante na relação comercial, diz Alckmin 🤝🇧🇷🇺🇸 🧵

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Resumo do caso, passo a passo: os EUA aplicaram tarifas a produtos brasileiros; na sequência, algumas alíquotas foram zeradas (celulose, ferro‑níquel, herbicida) e outras reduzidas (madeira serrada). Ou seja: houve reação, depois ajustes — sinal de negociação.

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Quem está negociando? Alckmin tem falado com autoridades americanas (mencionou Howard Lutnick e o chefe do USTR, Jamieson Greer). Ainda não há data para a reunião entre Lula e Trump — a diplomacia comercial segue em canais técnicos e políticos.

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Por que isso importa para a economia? Tarifas mexem na conta de exportadores, cadeias produtivas e empregos. Setores como celulose, mineração e madeira sentem o impacto direto. A visita de ministros a empresas (ex.: Hyundai) lembra que indústria e logística também entram nesse jogo.

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O que o Brasil pode fazer agora (prático e didático): 1) continuar a negociação bilateral usando o USTR e canais técnicos; 2) diversificar exportações e agregar valor; 3) apoiar PME e pequenos produtores para não concentrar ganhos; 4) usar padrões ambientais e de trabalho como diferencial competitivo.

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Reflexão final: se as conversas evoluírem, há oportunidade de transformar um choque tarifário em acordo que aumente investimentos recíprocos e promova cadeias mais sustentáveis e inclusivas. Mas isso exige política pública inteligente, transparência e atenção aos trabalhadores locais.

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