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Telegram excluiu grupos que ofereciam dióxido de cloro como cura para câncer e autismo — substância é perigosa e sem embasamento científico 🧪

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Telegram removeu canais que vendiam dióxido de cloro como 'cura' para câncer e autismo 🧪🧵 A ação atendeu pedido da AGU para tirar do ar grupos que promoviam a substância.

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A Advocacia‑Geral da União, via Procuradoria Nacional da União de Defesa da Democracia, requisitou ao Telegram, na sexta‑feira 19, a remoção dos grupos e o bloqueio de buscas por palavras‑chave que facilitavam o acesso ao conteúdo.

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Importante: dióxido de cloro não tem comprovação científica como tratamento. É corrosivo e pode causar náuseas, vômitos, diarreia, desidratação, queimaduras e insuficiência renal. Crianças são especialmente vulneráveis.

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Desde a pandemia, produtos como o 'MMS' (solução de dióxido de cloro) têm sido vendidos ilegalmente como 'medicamento milagroso'. Plataformas digitais aceleraram a circulação dessas mentiras, exigindo moderação rápida e transparente.

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A AGU também solicitou que o Telegram bloqueasse a pesquisa por hashtags relacionadas. A medida sinaliza que além de remoções pontuais, é necessária articulação entre plataformas e políticas públicas para proteger a saúde coletiva.

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Orientação prática: se encontrar ofertas do produto, não use. Procure um profissional de saúde, serviços de emergência ou centro de controle de intoxicações. Denuncie os canais às plataformas e às autoridades sanitárias.

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Remoções como essa são passos concretos para reduzir danos, mas não bastam. Educação em saúde, acesso democrático a informação confiável e regulação proporcional das plataformas são fundamentais para evitar que falsas curas coloquem vidas em risco.

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