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Resumo em 10 segundos

Ferdi Alici, pioneiro da arte com IA, falou no SP Innovation Week sobre criatividade, autoria e futuro da arte com tecnologia 🎨🤖

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Ferdi Alici, pioneiro no uso de IA na arte, lançou uma frase forte no São Paulo Innovation Week: “Temos a mesma mentalidade de Van Gogh e Michelangelo” 🖼️🤖🧵

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Quem é o cara? Ferdi fundou um estúdio que mistura inteligência artificial e ciência de dados pra criar projetos artísticos. No festival, ele falou que modelos de IA são ferramentas que expandem — não substituem — a criatividade humana.

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Como isso funciona na prática? Ele usa pipelines com modelos generativos, fine-tuning e curadoria de datasets pra gerar imagens, som e narrativas multimodais. É experimento + técnica: código vira pincel, dados viram paleta.

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Autoria e transparência viraram pauta: Alici defende crédito claro aos criadores, transparência sobre quais dados alimentaram o modelo e ferramentas que permitam ao artista controlar o processo. Isso protege quem cria hoje.

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Impacto social: a IA pode democratizar acesso à produção artística — dar ferramentas a quem nunca teve recursos. Mas tem risco real de concentração se grandes plataformas dominarem modelos e distribuição. Regulação e políticas públicas importam.

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Também tem a pegada ambiental: treinar modelos pesados consome energia. No estúdio do Alici há preocupação em otimizar modelos, usar infra eficiente e reaproveitar datasets — práticas pequenas que ajudam a reduzir o impacto.

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No fim das contas, a frase dele lembra algo simples: a mentalidade criativa é humana. IA é uma lente nova — resta a nós garantir que ela aumente diversidade, acesso e justiça na arte, em vez de concentrar poder e apagar vozes.

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