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Resumo em 10 segundos

Uma ejeção de massa coronal está a caminho da Terra e pode trazer auroras para latitudes incomuns. ☀️✨

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O Sol lançou uma enorme nuvem de partículas em nossa direção — e a Terra pode entrar em tempestade geomagnética moderada entre sexta e sábado! ☀️🌍✨ Entenda o que uma erupção M6.9 pode mudar no céu e na tecnologia. 🧵

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Tudo começou com uma explosão solar em 25 de agosto, que liberou uma ejeção de massa coronal (EMC). É como uma onda de plasma e campos magnéticos viajando pelo espaço até encontrar o escudo magnético da Terra.

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A NOAA prevê nível G1 nesta quinta e G2 — moderado — entre sexta e sábado. A escala vai de G1 a G5: G2 não é um cenário extremo, mas é forte o bastante para deixar a interação entre Sol e Terra bem visível.

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A parte mais fascinante? As auroras podem aparecer mais ao sul do que o normal. Quando partículas solares colidem com gases na alta atmosfera, elas acendem o céu em tons de verde, rosa e violeta. Um espetáculo da física! 🌌

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Também há efeitos que exigem monitoramento: redes elétricas em altas latitudes podem oscilar, sinais de rádio podem ficar instáveis e satélites em órbita baixa enfrentam maior arrasto atmosférico.

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Para astronautas, a atividade solar pede protocolos extras de proteção contra radiação. Monitorar o clima espacial é essencial para tornar missões cada vez mais seguras — da Estação Espacial às futuras viagens mais distantes.

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Nada disso é “anormal”: o Sol segue um ciclo magnético de cerca de 11 anos. Manchas, erupções e EMCs fazem parte dessa dança cósmica. Cada alerta melhora nossos modelos e fortalece a proteção de tecnologias que conectam o planeta.

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Do brilho das auroras à segurança de satélites, uma tempestade solar lembra algo incrível: vivemos dentro da atmosfera de uma estrela. E quanto mais a ciência observa o Sol, melhor podemos admirar — e nos preparar para — seus próximos movimentos. ☀️🔭

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