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Resumo em 10 segundos

Médica foi atacada durante atendimento em UBS na Bahia — segurança e apoio aos profissionais de saúde em evidência 😡🏥

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Médica foi vítima de tentativa de estupro durante atendimento na UBS Sérgio Arouca, em Paripe, Salvador 😡🧵 Um homem de 30 anos foi preso em flagrante. O caso aconteceu dentro de uma unidade básica de saúde — lugar que deveria ser seguro para todo mundo.

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Resumo do que rolou: o suspeito teria atacado a profissional no momento da consulta. Funcionários acionaram a polícia, que prendeu o homem em flagrante. Não dá pra normalizar violência dentro de espaço de cuidado — isso atinge paciente e equipe.

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Vamos combinar: UBSs muitas vezes têm rotinas sobrecarregadas, plantões sem segurança adequada e recepções vulneráveis. Sem investimento em infraestrutura e protocolos, profissionais ficam expostos — e a população perde atendimento de qualidade.

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Importante lembrar: a médica merece suporte médico e psicológico, e o caso precisa de investigação rápida. Quem passa por violência sexual pode procurar DEAM/Delegacia da Mulher, registrar BO e acessar atendimento psicológico especializado.

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Não é um problema só de polícia: é também de saúde pública. Violência contra profissionais impacta atendimento, gera absenteísmo, trauma e desgaste. Políticas públicas e investimento em segurança nas unidades são urgentes pra proteger quem cuida da população.

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Dicas práticas (se você trabalha em UBS ou frequenta uma): informe a coordenação, peça testemunha, registre BO, acione a polícia se houver risco. Instituições devem ter protocolos claros, treinamento em segurança e canais confidenciais de denúncia.

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Reflexão final: cuidar da saúde pública também é garantir segurança e dignidade para quem trabalha nela. Apoiar vítimas, fortalecer protocolos e cobrar investimentos nas UBSs é proteger toda a comunidade. Em caso de emergência, disque 190; violência contra mulher: 180; SAMU: 192.

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