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Resumo em 10 segundos

🥵 Calor não é só desconforto: ele pode agravar problemas de saúde. FMS e UFPI vão investigar quem sofre mais em Teresina e quais soluções podem proteger a cidade. 🧵

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Teresina vai estudar como o calor extremo afeta a saúde de quem vive na cidade 🥵🧵 Durante 2 anos, FMS e UFPI vão mapear os pontos mais quentes, cruzar dados de saúde e identificar quem fica mais vulnerável nas ondas de calor.

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A ideia é bem direta: calor não é só incômodo. Ele pode piorar a desidratação, aumentar o risco de problemas renais e sobrecarregar o corpo — especialmente quando a pessoa já tem alguma condição de saúde.

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O estudo vai olhar com atenção para gestantes, mulheres no climatério e idosos. No climatério, por exemplo, temperaturas altas podem intensificar fogachos, atrapalhar o sono e ter reflexos cardiovasculares e na saúde mental.

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Também entra na conta a desigualdade dentro da própria cidade. Nem todo mundo tem sombra, ventilação adequada, água disponível ou acesso fácil a atendimento. Mapear os bairros mais expostos ajuda a planejar cuidado onde ele é mais urgente.

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Outra frente vai acompanhar doenças influenciadas pelo clima: pesquisadores devem cruzar temperatura, presença de mosquitos e registros de doenças. É uma forma de antecipar riscos, em vez de agir só quando os serviços já estão lotados.

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E tem solução urbana no radar: arborização. Mais árvores podem reduzir a sensação térmica, oferecer sombra e tornar os deslocamentos menos pesados. Cuidar do calor também é pensar em ruas, moradias e saúde pública juntas.

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No fim, esse projeto pode transformar dados em orientações para profissionais de saúde e planos para os períodos mais quentes. Em uma cidade que sente o calor tão de perto, entender quem adoece e por quê é o primeiro passo para proteger melhor todo mundo.

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