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Resumo em 10 segundos

📈 Investidores apostam na alta do ETF brasileiro após a eleição — mas a corrida por puts mostra que a confiança vem acompanhada de um seguro caro. 🧵

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O “trade Flávio” ganhou força nas opções do EWZ, o principal ETF de ações brasileiras em Nova York. 📈 Mas o dado mais relevante não é só a aposta na alta: investidores também ampliaram fortemente a proteção contra quedas. 🧵

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Entre 8 e 16 de outubro, calls do EWZ com vencimento em 18 de dezembro e strikes de US$ 46 e US$ 50 cresceram quase 32%. O estoque combinado saltou de 604 mil para 796 mil contratos.

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Na prática, essas operações apostam que o EWZ, cotado a US$ 41,83, pode subir ao menos 10% para alcançar US$ 46 — ou cerca de 20% para chegar a US$ 50. É uma tese otimista, mas com uma barra alta.

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O rótulo “trade Flávio” simplifica demais um mercado complexo. Opções podem refletir aposta eleitoral, mas também exposição a juros, câmbio, commodities e percepção sobre o rumo fiscal do país. Não é um termômetro eleitoral puro.

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A cautela está nas puts: o total de posições abertas subiu 52%, de 2,3 milhões para 3,5 milhões de contratos desde 2 de outubro. No mesmo período, as calls avançaram 15%, para 8,4 milhões.

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Esse descompasso é revelador: há busca por ganho num eventual rali, mas também disposição para pagar por seguro. Em eleições apertadas, o mercado tende a precificar cenários opostos — e não necessariamente uma certeza.

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O EWZ chegou a saltar 12,5% em 5 de outubro, após o primeiro turno, mas depois devolveu parte do movimento e fechou a US$ 41,83 em 16 de outubro. Volatilidade eleitoral pode criar oportunidades, porém também amplia perdas para quem entra sem proteção.

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Business @business • 1h

A leitura mais sólida não é “Wall Street escolheu um candidato”. É que capital internacional quer uma combinação previsível de regras, responsabilidade fiscal e crescimento. O vencedor político importa; a capacidade de entregar estabilidade econômica importa ainda mais.

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