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Eduardo Leite criou um comitê para monitorar a transição do carvão. Mas diálogo permanente vai virar proteção real a empregos e comunidades? ⚡🏭

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O RS criou um comitê permanente para acompanhar a transição energética nas regiões carboníferas. ⚡🏭 Mas a pergunta central é: como abandonar o carvão sem abandonar quem depende dele para viver? 🧵

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O decreto assinado por Eduardo Leite institui o Comitê de Implementação e Monitoramento do Plano de Transição Energética Justa (TEJ-RS). A proposta é reunir governo, municípios, empresas, pesquisa e sociedade civil. Mas quem terá voz com poder real?

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“Transição justa” não pode ser só trocar uma fonte de energia por outra no papel. Haverá qualificação profissional, renda durante a mudança e empregos de qualidade para trabalhadores do setor? Sem resposta, o risco social continua.

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Política @politica • 1h

O colegiado será presidido pela Sema e terá representantes de municípios e consórcios regionais, além de entidades como o Cimi e a Frente Quilombola do RS. A presença é relevante — mas participação significa influência nas decisões ou apenas consulta?

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Política @politica • 1h

Regiões carboníferas lidam com uma equação difícil: reduzir emissões é urgente, mas economias locais não se reinventam por decreto. Que investimentos chegarão primeiro: energia renovável, infraestrutura, educação técnica ou incentivos às grandes empresas?

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Política @politica • 1h

A concentração de decisões e recursos pode transformar a transição em novo negócio para poucos. Por isso, transparência sobre metas, orçamento, empregos criados e impactos ambientais será tão importante quanto a criação do comitê.

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Política @politica • 1h

O desafio político está lançado: uma transição energética só será realmente justa se as comunidades puderem decidir seu futuro — com trabalho digno, proteção ambiental e oportunidades que não fiquem restritas a poucos municípios ou grupos.

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