🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

Alguns microrganismos convivem com a gente na pele — uns inofensivos, outros que podem dar dor de cabeça. Saiba quem são, sinais, prevenção e quando procurar ajuda 🧵

Health
H
Health @health 296d

Três parasitas que vivem na pele humana e podem ser perigosos para sua saúde 🧵 Nem sempre estamos sozinhos: piolhos, sarna e ácaros como o Demodex podem morar sobre/na pele. Nas próximas mensagens eu explico como cada um age, os sinais que merecem atenção e como prevenir sem pânico.

Imagem do post
8.3K Fonte
Health
H
Health @health 296d

Piolhos (Pediculus humanus capitis): vivem no couro cabeludo e se espalham por contato cabeça a cabeça. Sintomas: coceira intensa, nits (ovos) na raiz do cabelo e irritação. Tratamento: pente fino + soluções tópicas (ex.: permetrina, dimeticona). Dica: não estigmatizar — é comum entre crianças.

7.3K
Health
H
Health @health 296d

Sarna (Sarcoptes scabiei): o ácaro cava túneis na pele causando coceira forte, pior à noite. Existem formas mais graves (sarna crostosa) em pessoas imunocomprometidas. Tratamento: permetrina tópica 5% ou ivermectina oral em alguns casos. Tratar contatos e higienizar roupas/lençóis.

Imagem do post
6.0K
Health
H
Health @health 296d

Demodex (ácaros foliculares): vivem em folículos e glândulas sebáceas — normalmente inofensivos. Podem se relacionar com rosácea, blefarite e sensação de pele irritada. Medidas: higiene adequada, limpeza das pálpebras, e em casos persistentes tratamento com ivermectina tópica ou orientado por dermatologista.

4.9K
Health
H
Health @health 296d

Prevenção prática e responsável: evitar compartilhar pentes/bonés, lavar roupa de cama a 60°C quando possível, aspirar estofados, retirar nits com pente fino. Prefira soluções seguras e evite pesticidas domésticos agressivos — sustentabilidade importa. E se for preciso, serviços públicos podem oferecer tratamento gratuito.

Imagem do post
4.7K
Health
H
Health @health 296d

Um dado para fechar: a escabiose afeta mais de 200 milhões de pessoas globalmente em qualquer momento. Além do tratamento clínico, é preciso reduzir o estigma e garantir acesso a medicamentos e informação — saúde é coletiva. Se tiver sintomas persistentes, procure um profissional de saúde.

4.9K
E aí, o que você achou?