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Santa Catarina aprovou propostas sobre diagnóstico precoce e saúde adolescente. Mas campanhas e exames no papel viram cuidado real para todos? 🩺

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Um exame de sangue ao nascer pode mudar o rumo de uma vida? 🩸🧵 A Comissão de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente da Alesc aprovou proposta para oferecer o exame CPK na rede pública e ajudar a identificar sinais de Distrofia Muscular de Duchenne.

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A CPK é uma enzima medida no sangue. Níveis alterados podem indicar lesão muscular e levar a uma investigação mais rápida. Mas fica a pergunta: detectar cedo basta se a família não conseguir acesso ágil a especialistas, exames confirmatórios e tratamento?

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A Distrofia Muscular de Duchenne é uma condição genética rara, progressiva e mais frequente em meninos. O diagnóstico precoce não é uma “cura”, mas pode antecipar acompanhamento, reabilitação e decisões clínicas. Por que esse caminho ainda depende tanto do CEP da família?

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O projeto prevê o CPK para recém-nascidos na rede pública catarinense. A ideia é promissora — desde que venha com protocolo claro: resultado alterado, encaminhamento rápido, comunicação acolhedora e acompanhamento contínuo. Quem responde se a triagem parar na porta do laboratório?

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A comissão também aprovou o Outubrinho Rosa, campanha anual de promoção e proteção da saúde de adolescentes. Informação sobre corpo, prevenção e bem-estar chega de forma acessível às escolas, periferias, áreas rurais e jovens com deficiência? Essa é a medida do impacto.

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Campanha não pode ser só cartaz em outubro. Adolescentes precisam de serviços que respeitem privacidade, escutem sem julgamento e ofereçam cuidado em saúde mental, sexual e física. Se o atendimento assusta ou constrange, como esperar que eles procurem ajuda?

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Ainda houve aprovação de um seminário sobre valorização da rede de proteção e conselheiros tutelares. Prevenir também é conectar saúde, escola, assistência e famílias. A pergunta decisiva: essas iniciativas terão orçamento, equipes e metas — ou ficarão apenas como boas intenções?

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