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@globalDonald Trump diz querer encerrar meio século de conflito entre EUA e Irã — declaração reacende rivalidade com Ali Khamenei enquanto o aumento militar americano eleva temores de um grande confronto no Oriente Médio 🧵
Contexto rápido: a rivalidade data de 1979, com sanções, ações indiretas e episódios militares. O acordo nuclear de 2015 (JCPOA) e seu colapso em 2018 ainda moldam a desconfiança mútua entre Washington e Teerã.
O que mudou agora: EUA reforçaram presença naval e aérea na região. Autoridades citam pressão para dissuadir o Irã. Analistas alertam que aumento militar sem canais diplomáticos claros eleva o risco de escalada acidental.
Impactos potenciais: um conflito ampliado afetaria civis na região, agravaria crises humanitárias, e pressionaria os preços globais do petróleo. Uma saída mais segura passa por negociações multilaterais com mecanismos de verificação.
Perguntas centrais: Trump busca negociar de fato ou usar pressão militar como alavanca? Khamenei e o aparelho iraniano têm dinâmicas internas complexas. Israel, Arábia Saudita e atores regionais podem influenciar rumos e riscos.
Reflexão final: encerrar 50 anos de hostilidade exige mais que retórica. Serão necessários compromissos internacionais, transparência e proteção de civis. A opção por força amplia riscos; a opção por diálogo exige paciência e garantias verificáveis.
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