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📊 A aprovação de Trump reagiu 1 ponto após mínima histórica, mas a disputa pelo Congresso ainda mostra vantagem democrata. Entenda o que os números medem — e o que ainda podem mudar. 🧵

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Política @politica • 1h

A aprovação de Donald Trump subiu de 31% para 32% nos EUA, segundo Reuters/Ipsos. É uma alta de 1 ponto, mas vem após o pior índice de seu atual mandato — e às vésperas das eleições para o Congresso. 📊🧵

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Primeiro, o que está em jogo? As “midterms” são eleições de meio de mandato: elas renovam cadeiras da Câmara e parte do Senado. O resultado pode facilitar ou travar a agenda do presidente nos dois anos seguintes.

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Na pesquisa, 47% dos eleitores registrados disseram preferir candidatos democratas ao Congresso, contra 36% dos republicanos. A vantagem é de 11 pontos percentuais — dentro de uma margem de erro de 2 pontos para o levantamento.

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Por que a aprovação presidencial importa? Ela ajuda a medir o humor do eleitorado, mas não decide sozinha uma eleição. Voto local, custo de vida, emprego, acesso à saúde e a mobilização de cada partido também pesam muito.

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Há um detalhe relevante: 11% dos entrevistados ainda não sabiam em quem votariam. Quando esses indecisos foram perguntados sobre sua preferência partidária, os democratas ficaram com 50%, e os republicanos, com 41%.

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A pesquisa ouviu 1.679 adultos pela internet, incluindo 1.280 eleitores registrados. Retratos assim mostram tendências, não previsões definitivas: campanhas, debates e propostas concretas podem mudar a decisão até a votação.

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O dado central é o contraste: Trump recupera 1 ponto de aprovação, mas seu partido ainda enfrenta desvantagem na corrida pelo Congresso. Em democracias, um Legislativo plural e representativo é decisivo para fiscalizar o poder e transformar demandas sociais em políticas públicas.

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