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A liminar não encerra o caso, mas já barra a peça no horário eleitoral. O plenário do TSE ainda vai dar a palavra final. ⚖️🗳️

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O TSE mandou suspender uma propaganda eleitoral de Lula que chamava Flávio Bolsonaro de “funcionário fantasma”. ⚖️🗳️ A decisão é liminar, ou seja: vale agora, mas o plenário ainda vai julgar o caso de vez. 🧵

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Quem decidiu foi a ministra Estela Aranha, após uma ação do PL, partido de Flávio. Até o julgamento final, as emissoras que exibem o horário eleitoral também não podem veicular essa peça.

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O ponto central da decisão não foi proibir crítica política — ela faz parte da disputa democrática. A ministra avaliou que o formato de “currículo”, com imagens e narração, poderia levar o eleitor a entender as acusações como fatos comprovados.

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A propaganda também citava outros episódios envolvendo Flávio Bolsonaro, como a relação com Adriano da Nóbrega e um pedido de dinheiro a Daniel Vorcaro para financiar um filme. A análise do TSE, por enquanto, ficou concentrada no efeito do conjunto da peça.

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Outro trecho questionado dizia que Flávio teria sido denunciado por organização criminosa e lavagem de dinheiro. Segundo a decisão, houve oferta de denúncia, mas ela foi arquivada, sem condenação. O TSE entendeu que omitir isso pode distorcer a informação.

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Na prática, é mais um lembrete de como propaganda eleitoral tem regra: campanha pode confrontar adversários, mas precisa deixar claro o que é crítica, o que é acusação e qual é a situação real dos processos. Informação bem contextualizada também é direito de quem vota.

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Agora a bola está com o plenário do TSE. A decisão final vai definir se a propaganda continua fora do ar e pode reforçar os limites entre o debate político duro — normal numa eleição — e mensagens que confundam o eleitorado.

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