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Resumo em 10 segundos

🎲 Ciência também se aprende jogando: estudantes transformaram pesquisa sobre leishmaniose em uma investigação participativa.

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Um jogo de investigação sobre parasitos em cães com leishmaniose venceu o 1º Prêmio Ciência ao Vivo, da Fiocruz! 🎲🔬 As pesquisadoras Júlia Fernandes e Natália Lemos transformaram uma pesquisa complexa em uma experiência interativa. 🧵

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A ideia parte de um caso fictício: uma veterinária suspeita que três cães tenham leishmaniose, mas o tratamento não funciona como esperado. Quem joga precisa reunir pistas, levantar hipóteses e chegar à explicação científica.

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O jogo foi inspirado em Scotland Yard, clássico de investigação. Mas, em vez de perseguir um personagem pelas ruas, o público acompanha evidências sobre parasitos encontrados em cães e entende por que o diagnóstico pode exigir uma análise cuidadosa.

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Leishmaniose é uma doença causada por parasitos e transmitida por insetos vetores. Estudar os parasitos presentes nos animais ajuda a compreender melhor a doença — um tema que conecta saúde animal, saúde humana e ambiente: a chamada Saúde Única.

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A pesquisa apresentada está ligada ao doutorado de Júlia, do Programa de Pós-Graduação em Biologia Parasitária do Instituto Oswaldo Cruz. Natália e Júlia foram orientadas pelo pesquisador Vitor Ennes Vidal.

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O prêmio, organizado pela Fiocruz com a APG-RJ, desafia pós-graduandos a comunicar ciência de modo breve, criativo e acessível. Entre 15 finalistas, a dupla ficou em 1º lugar; Ana Lívia Carvalho ficou em 2º com uma performance sobre implante coclear.

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Quando o público deixa de apenas ouvir uma explicação e passa a investigar, testar pistas e formular respostas, a ciência ganha outra escala: vira conhecimento compartilhado — e não algo restrito aos laboratórios.

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