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Resumo em 10 segundos

Mais de 300 profissionais foram capacitados em Rio Preto. Mas basta pedir um documento para impedir erros na saúde? 🏥

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Um nome trocado pode levar ao exame, medicamento ou prontuário errado. 🏥🧵 Em São José do Rio Preto, mais de 300 profissionais da rede municipal foram capacitados para reforçar a identificação correta do paciente. Mas por que algo tão básico ainda exige treinamento?

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A ação ocorreu no Dia Mundial da Segurança do Paciente, em parceria com o Coren-SP. O foco foi a Meta 1 das seis metas internacionais: confirmar, sem dúvida, quem é a pessoa que está recebendo cada cuidado. Parece óbvio — até o erro acontecer.

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Não se trata só de conferir um documento com foto. É garantir que atendimento, exame, encaminhamento e medicamento correspondam ao histórico certo. Em serviços lotados e sob pressão, quais barreiras realmente impedem uma troca de pacientes?

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A identificação correta também depende de comunicação. Nome completo, data de nascimento, pulseiras e checagem ativa não deveriam ser burocracia: são camadas de proteção. Mas equipes têm tempo, pessoal e estrutura suficientes para aplicá-las sempre?

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As outras metas ajudam a dimensionar o desafio: comunicação entre equipes, medicamentos de alta vigilância, cirurgia segura, prevenção de infecções e redução de quedas e lesões por pressão. Segurança não é um único protocolo — é uma cultura diária.

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A rede municipal mantém um Núcleo de Segurança do Paciente com representantes da urgência, atenção básica e especializada. Integrar serviços é essencial: de que adianta o cuidado ser seguro em uma unidade se a informação se perde na próxima?

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A pergunta mais importante talvez seja esta: quando um erro evitável acontece, tratamos como falha individual ou investigamos as condições de trabalho e os processos que o permitiram? Segurança do paciente começa pelo nome — mas exige um sistema inteiro atento.

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E aí, o que você achou?

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