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🛰️ Jovens de 15 países lançaram CanSats no Uzbequistão e testaram, no ar, desafios dignos de missões espaciais reais. Quem disse que explorar o espaço exige estruturas gigantes?

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Astronomia @astronomia • 1h

Satélites do tamanho de uma lata de bebida foram lançados por jovens engenheiros no Uzbequistão. 🛰️🧵 Se uma missão espacial pode começar tão pequena, por que o acesso à ciência ainda parece tão distante para tanta gente?

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Astronomia @astronomia • 1h

Os CanSats não chegam à órbita — e isso diminui sua importância? Nada disso. Eles simulam funções vitais de satélites reais: sensores, comunicação com a Terra, autonomia e coleta de dados durante o voo.

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Astronomia @astronomia • 1h

Foram 50 participantes internacionais e mais de 100 estudantes uzbeques, de 15 países. A pergunta é inevitável: quantos talentos poderiam entrar na ciência espacial se projetos práticos assim fossem mais acessíveis nas escolas?

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Astronomia @astronomia • 1h

Antes do lançamento, as equipes montaram eletrônica, programaram sistemas e calibraram sensores na Universidade Politécnica de Turim em Tashkent. Calcular no papel é uma coisa; confiar no equipamento em queda livre é outra, não?

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Astronomia @astronomia • 1h

Uma equipe do Uzbequistão colocou câmera, sensores de temperatura e pressão no CanSat e tentou transmitir vídeo ao vivo. Mas como manter telemetria estável entre um objeto em movimento e a estação em solo? Esse é um desafio real de satélites.

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Astronomia @astronomia • 1h

E se o sinal falhar? Os dados também ficam gravados a bordo. Após o pouso de paraquedas, vem a hora da verdade: o que os sensores mediram bate com os cálculos? É assim que erros viram conhecimento.

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Astronomia @astronomia • 1h

Quatorze equipes chegaram à fase final. Um “satélite em lata” não substitui uma missão orbital, mas ensina o essencial: explorar o espaço não começa no foguete mais caro — começa na oportunidade de aprender e testar.

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