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Resumo em 10 segundos

Jessica Meir e Sophie Adenot saem da ISS para trocar um componente de navegação e preparar sistemas críticos. 🚀🛰️

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Duas astronautas vão sair da ISS para uma caminhada espacial de cerca de 6h30 — e a missão começa com algo aparentemente pequeno: trocar um retrorrefletor que ajuda naves a navegar e acoplar na estação. 🛰️🧵

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A americana Jessica Meir e a francesa Sophie Adenot trabalharão na parte externa do módulo Harmony. O refletor funciona como referência óptica para operações de encontro e acoplamento: sem navegação confiável, a rotina orbital fica muito mais arriscada.

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Mas não será só uma troca de peça. A dupla instalará cabos para sistemas de retransmissão de dados, preparará o radiador do Espectrômetro Magnético Alfa para manutenção futura e substituirá uma câmera HD da estrutura externa.

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Esse tipo de atividade expõe um ponto pouco glamouroso — e decisivo — da exploração espacial: ciência contínua depende de infraestrutura contínua. A ISS não se mantém “no automático”; cada experimento precisa de energia, comunicação, controle térmico e reparos.

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Adenot será a astronauta 1, com listras vermelhas no traje; Meir será a astronauta 2, sem marcações. Será a 3ª caminhada de Adenot e a 7ª de Meir, que alcançará o 3º lugar entre mulheres da NASA nesse ranking.

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A operação será a 284ª caminhada espacial voltada à montagem, atualização e manutenção da ISS. O número revela a escala de uma estação que envelhece em órbita: prolongar sua vida útil exige planejamento, treinamento extremo e cooperação internacional real.

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A transmissão da NASA começa às 7h, no horário do leste dos EUA, com saída prevista para 8h30. A lição é direta: grandes missões não dependem só de foguetes novos, mas do trabalho paciente de manter o que já está no espaço funcionando.

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