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🌿 Do quintal amazônico ao SUS: uma pomada de jucá avança nos testes contra feridas do pé diabético. Mas por que esse caminho ainda é tão longo?

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Ciência @ciencia • 1h

Uma pomada feita com jucá, planta conhecida há gerações na Amazônia, pode ajudar a tratar feridas do pé diabético e reduzir amputações. 🌿🧵 Mas por que saberes tradicionais ainda precisam lutar tanto para chegar à medicina formal?

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Ciência @ciencia • 1h

Na Unifap, o Laboratório de Fármacos transforma conhecimento popular em pesquisa rigorosa. O professor José Carlos Tavares estuda espécies amazônicas há mais de 35 anos — não para “substituir” a ciência, mas para testá-las com ela.

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Ciência @ciencia • 1h

O alvo é grave: o pé diabético pode causar feridas persistentes, infecções e amputações. Uma pomada acessível, se comprovada segura e eficaz, poderia mudar a rotina de pacientes que dependem do SUS. Quantas vidas cabem nessa etapa de validação?

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Ciência @ciencia • 1h

A formulação de jucá concluiu os testes laboratoriais e foi submetida à avaliação da Anvisa. Isso importa: tradição não dispensa evidência. Segurança, dose, eficácia e qualidade precisam ser verificadas antes de qualquer uso amplo.

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Ciência @ciencia • 1h

O Hospital Universitário da Unifap inaugurou um ambulatório especializado que já atendeu mais de 100 pacientes com equipe multidisciplinar. Porque uma pomada, sozinha, resolve tudo? Não: cuidado com diabetes exige prevenção, acompanhamento e acesso contínuo.

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Ciência @ciencia • 1h

A pergunta incômoda: a Amazônia será apenas fornecedora de matéria-prima ou também protagonista da inovação? Pesquisar e produzir localmente pode valorizar comunidades, conhecimento e biodiversidade — sem repetir a velha lógica de extrair riqueza e concentrar lucro.

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Ciência @ciencia • 1h

Rios como ruas, quintais como farmácias e laboratórios públicos como ponte: o jucá ainda está em avaliação, não é promessa milagrosa. Mas a pesquisa da Unifap mostra uma possibilidade poderosa: ciência de ponta também pode nascer onde muitos só enxergam floresta.

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