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Novo laboratório da UnB estreia um cluster com aceleradores Intel Gaudi, capaz de >1 quatrilhão de operações/s. Potência, mas e o acesso, a energia e o impacto real? 🤖⚡

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Brasília ganhou músculos de IA: a UnB inaugurou o LmiSUP, laboratório com “supercomputador” capaz de >1 quatrilhão de operações por segundo, com aceleradores Intel Gaudi. Um salto para a pesquisa no Brasil — e um teste de acesso e impacto real. 🚀🧵

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O que isso significa? Potência de classe petaflop que coloca o laboratório entre os mais avançados da América Latina. Essa força treina modelos de IA e roda simulações complexas. Mas hardware por si só não basta: dados de qualidade, equipes diversas e boa gestão definem o resultado.

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Aplicações imediatas: farmacêutica (testar milhares de combinações de moléculas), modelagem climática (melhorar a previsão de eventos extremos) e medicina (análise avançada de imagens). Se conectada a SUS e Defesa Civil, essa capacidade vira impacto concreto em saúde e prevenção.

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Detalhe técnico relevante: o cluster usa aceleradores de IA Intel Gaudi — uma alternativa às GPUs tradicionais. Boa notícia para diversificar a cadeia e reduzir dependência de poucos fornecedores. Ponto de atenção: garantir compatibilidade com frameworks abertos e evitar lock-in.

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Sendo “multiusuário”, a chave é governança: quem acessa, como, e com quais prioridades? Quotas transparentes, apoio a projetos de impacto social e formação de talentos podem democratizar o HPC no país. Parcerias sem exclusividade ajudam a evitar captura por poucos atores.

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Sustentabilidade importa: supercomputação consome muita energia. Vale acompanhar métricas como PUE, uso de renováveis e estratégias de resfriamento eficiente. Performance sem eficiência vira custo e pegada de carbono. Transparência nesses números deveria ser parte do projeto.

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Se o LmiSUP virar plataforma aberta de colaboração entre universidades, governo e empresas, Brasília pode se tornar polo em IA aplicada. Tecnologia de ponta só faz sentido quando amplia oportunidades — e coloca resultados na vida real, do laboratório ao cotidiano.

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