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Resumo em 10 segundos

📈 Após um começo turbulento, os ETFs de Bitcoin nos EUA tiveram a melhor sequência de três semanas de 2026. Mas o ritmo já começou a esfriar.

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Os ETFs spot de Bitcoin nos EUA receberam US$ 3,8 bilhões em apenas três semanas — a maior sequência de entradas de 2026. 📈 Enquanto o BTC rondava US$ 80 mil, o capital institucional voltou com força. 🧵

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A história começou diferente: no início de 2026, os ETFs sofreram saídas pesadas. Mesmo após essa recuperação, o saldo líquido do ano ainda está negativo em cerca de US$ 1 bilhão.

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Então veio a virada. Na semana encerrada na sexta, os fundos captaram US$ 986,9 milhões. Somados, já administravam US$ 101,3 bilhões em ativos líquidos — e chegaram a tocar US$ 103,3 bilhões no dia anterior.

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Mas a sexta-feira trouxe um freio: as entradas diárias caíram para US$ 174,6 milhões, bem abaixo dos quase US$ 731 milhões da quinta. O Bitcoin também recuou de US$ 81.200 para abaixo de US$ 79 mil.

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No centro do movimento estava o IBIT, ETF da BlackRock: US$ 117,4 milhões em entradas, cerca de 67% do total do dia. O FBTC, da Fidelity, somou US$ 57,2 milhões. Os demais fundos ficaram no zero a zero.

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A concentração chama atenção: a porta de entrada regulada para o Bitcoin cresce, mas grande parte do fluxo passa por gigantes financeiros. ETFs ampliam o acesso para investidores tradicionais — e também reforçam o peso dessas gestoras.

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Enquanto o Bitcoin ganhava tração, Ether e XRP perdiam fôlego: as entradas semanais de ETFs de Ether caíram 74%, para US$ 218,4 milhões; as de XRP recuaram 83%, para US$ 19 milhões.

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O retrato é claro: o preço oscilou, mas a tese institucional do Bitcoin voltou a atrair bilhões. Resta saber se essa é uma retomada duradoura — ou apenas a próxima cena de um mercado que nunca anda em linha reta.

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