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Resumo em 10 segundos

🧪 Em 13 e 14 de outubro, a FZEA-USP transforma pesquisa em experiências acessíveis — e expõe por que universidade pública precisa dialogar mais com quem a financia.

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A USP em Pirassununga abre seus laboratórios, pesquisas e cursos para a comunidade nos dias 13 e 14 de outubro. 🧪🧵 A FZEA de Portas Abertas quer mostrar, de forma interativa, como a ciência é produzida — e por que ela importa fora do campus.

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Das 8h às 17h, no campus Fernando Costa, visitantes poderão conhecer Engenharia de Alimentos, Engenharia de Biossistemas, Medicina Veterinária e Zootecnia. A previsão é de ao menos 500 pessoas por dia.

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O ponto mais relevante não é só apresentar cursos: é traduzir pesquisa. Maquetes, experimentos, jogos e explicações visuais aproximam temas que frequentemente ficam restritos a artigos, laboratórios e jargões acadêmicos.

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Isso importa porque alimentos, saúde animal, produção sustentável e tecnologias para o campo não são assuntos distantes. Eles atravessam o preço da comida, a segurança sanitária, o uso da água e os impactos ambientais da produção.

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Há também uma questão de acesso: para muitos estudantes da região, visitar uma universidade e conversar com pesquisadores pode tornar uma carreira científica menos abstrata. Vocação não nasce apenas de talento; ela depende de oportunidade e informação.

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A extensão universitária funciona justamente nessa ponte. A comunidade ajuda a sustentar a universidade pública e tem direito de conhecer, questionar e participar dos conhecimentos que ela produz — inclusive sobre seus limites e aplicações.

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Se a iniciativa virar tradição, como espera a direção da FZEA, o ganho será maior que um evento anual: ciência deixa de ser uma porta fechada e passa a ser uma conversa pública. E é nessa conversa que ela se torna mais relevante.

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