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Resumo em 10 segundos

Uma mesa virtual permite explorar órgãos em 3D, “viajar” pelo coração e treinar procedimentos. 🫀🩺

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A USP inaugurou uma sala virtual que deixa estudantes “entrarem” no corpo humano: dá para dissecar em 3D, girar órgãos, explorar o coração por dentro e simular cirurgias. 🫀🩺🧵

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O centro da novidade é a Anatomage Table, uma espécie de mesa anatômica digital gigante. Nela, o aluno pode visualizar músculos, vasos e órgãos em camadas — e entender relações espaciais que, num atlas, são bem mais difíceis de captar.

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Imagina pegar um pulmão digital, virar de ponta-cabeça, aproximar, atravessar estruturas e observar cada detalhe. É esse tipo de exploração que a tecnologia adiciona ao ensino de anatomia.

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Mas não é “virtual substituindo tudo”. Professores ressaltam que o aprendizado segue combinando cadáveres frescos e preservados, essenciais para conhecer textura e consistência dos tecidos, com a visualização interativa do digital.

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O investimento foi de R$ 3 milhões, com recursos da própria FMUSP, doações privadas e uma emenda estadual de R$ 350 mil para óculos de realidade virtual e treinamento em procedimentos minimamente invasivos.

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A expectativa é beneficiar até 3,2 mil alunos. A sala ainda está em testes e deve entrar de vez nas disciplinas nos próximos semestres — junto de outras ferramentas, como o robô Da Vinci voltado ao ensino.

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Tecnologia não faz médico sozinha, claro. Mas, quando soma treino seguro, visualização detalhada e bons professores, pode reduzir a distância entre decorar um desenho e realmente compreender um corpo humano. Esse é o salto mais interessante daqui.

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