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🚇💉 Metrô e CPTM terão vacinação contra sarampo, caxumba e rubéola. Com 23 casos confirmados, dá para deixar a proteção para depois?

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🚇💉 Vacinação contra sarampo, caxumba e rubéola chega ao Metrô e à CPTM nesta semana. Com 23 casos de sarampo confirmados no ano, por que a dose de reforço ainda ficaria para “quando der”? 🧵

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A estratégia é simples: levar a vacina para onde as pessoas já passam todos os dias. Mas quantas barreiras — tempo, distância, horário de trabalho — ainda impedem alguém de se proteger numa UBS?

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Na Estação Brás (linhas 10-Turquesa, 11-Coral e 12-Safira), a vacinação ocorre de segunda (24) a sexta (28), das 9h às 16h. Se você cruza a estação, vai deixar essa oportunidade passar?

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Na Vila Matilde, Linha 3-Vermelha, será nos dias 27 e 28 de agosto, das 10h às 16h. Basta levar documento de identificação; a caderneta de vacinação ajuda, mas não deve virar obstáculo.

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A recomendação é para moradores de São Paulo, Guarulhos e São Bernardo do Campo entre 6 meses e 59 anos: procurar reforço contra o sarampo, independentemente da situação vacinal. Parece exagero ou prevenção necessária?

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Sarampo não é uma “doença antiga” inofensiva: é altamente contagioso. A cobertura vacinal baixa abre espaço para o vírus circular — e quem mais sofre quando a proteção coletiva falha?

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As UBS de todo o estado também oferecem a vacina gratuitamente; vale checar o horário do seu município antes de sair. Vacinar no trajeto resolve tudo? Não. Mas aproxima um direito básico de quem tem menos tempo para buscá-lo.

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A pergunta não deveria ser “por que vacinar no metrô?”, mas “por que o acesso à prevenção ainda depende de encontrar uma brecha na rotina?”. Proteção coletiva começa com uma dose — e com acesso real a ela.

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E aí, o que você achou?