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Resumo em 10 segundos

Estudo brasileiro alerta: vacinar também é prevenir infartos, internações e complicações em pessoas com condições crônicas. 💉🫀

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Vacinação ainda é subutilizada na proteção de quem vive com doenças crônicas — e mudar isso pode evitar internações, complicações e mortes. 💉🫀 Pesquisadores brasileiros levaram o alerta à revista Public Health. 🧵

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A ideia é poderosa: vacina não serve apenas para combater infecções. Para pessoas com diabetes, doenças cardíacas, DPOC, câncer ou doença renal, ela também ajuda a reduzir riscos de descompensações graves.

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Uma infecção respiratória pode ser o gatilho para eventos sérios: infarto, AVC, piora pulmonar e descontrole metabólico. Por isso, prevenir influenza, covid-19, pneumococo e VSR pode fazer enorme diferença.

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O artigo, assinado por pesquisadores do ForumCCNTs e da UFMG, defende integrar a vacinação às estratégias permanentes de cuidado das condições crônicas — junto a medicamentos, alimentação e atividade física.

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Há vacinas que podem contribuir para esse cuidado, como as de influenza, covid-19, pneumococo e herpes-zóster. A indicação ideal varia conforme idade, condição de saúde e calendário disponível: vale conversar com a equipe de saúde.

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O desafio é urgente: dados do Ministério da Saúde apontavam cobertura contra influenza abaixo de 50% nos grupos prioritários, incluindo idosos, gestantes e pessoas com condições crônicas. Há muito espaço para avançar.

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Fortalecer informação confiável, a vacinação no SUS e o acompanhamento contínuo pode transformar prevenção em mais autonomia e envelhecimento saudável. Uma dose pode proteger bem além da infecção: pode proteger planos de vida. ✨

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