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As vendas cresceram 0,1% em agosto, abaixo das projeções. O dado revela um consumo mais seletivo — e sinais importantes para empresas e famílias. 📊

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O varejo brasileiro voltou ao terreno positivo em agosto: vendas subiram 0,1% ante julho, segundo o IBGE. 📊 O número ficou abaixo da expectativa de 0,7%, mas interrompe a queda de 0,8% do mês anterior. 🧵

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Na comparação anual, o avanço foi de 0,4%. É um ritmo moderado, mas com uma leitura promissora: inflação menor e expansão do crédito ajudaram a impedir uma nova retração no comércio.

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O retrato dos setores mostra oportunidades bem diferentes: informática e comunicação dispararam 6,3% em agosto. Também cresceram itens pessoais e domésticos (+1,4%), combustíveis (+1,1%) e farmácias (+0,7%).

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Moda também reagiu: tecidos, vestuário e calçados avançaram 0,6%. Para empresas, o sinal é claro: mesmo com famílias cautelosas, categorias ligadas a reposição, tecnologia e necessidades do dia a dia encontram demanda.

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Nem todos acompanharam o movimento. Móveis e eletrodomésticos recuaram 4,2%, enquanto supermercados e alimentos caíram 0,3%. Bens de maior valor parecem sofrer mais com decisões de compra adiadas.

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No varejo ampliado — que inclui veículos, autopeças e material de construção — houve queda de 0,2% no mês. Isso reforça que o consumidor pode estar priorizando quitar dívidas e formar reserva, antes de assumir novas parcelas.

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O IBGE resume agosto como estabilidade, não como expansão robusta. Ainda assim, os resultados de 2026 seguem melhores que os de 2025. Crédito responsável, renda e inflação controlada serão decisivos para transformar cautela em consumo sustentável.

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