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Resumo em 10 segundos

Violência contra a mulher também é uma questão de saúde pública — e ninguém enfrenta isso sozinho. 💜

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Varginha reuniu Saúde, Assistência Social, Educação, Segurança e Justiça para fortalecer o atendimento a mulheres em situação de violência. 💜🧵 A ideia é simples — e essencial: acolher melhor, encaminhar mais rápido e não deixar ninguém sozinha.

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O encontro foi promovido pela SRS Varginha em 20 de outubro e discutiu como conectar os serviços que já existem. Porque, na prática, uma mulher não deveria precisar repetir sua história dolorosa em cada porta que procura.

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Na saúde, acolhimento não é só atender uma lesão física. É ouvir sem julgamento, identificar sinais de violência psicológica, sexual ou patrimonial e garantir acompanhamento seguro, respeitoso e contínuo.

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A psicóloga Roseane Lima lembrou um ponto muito importante: o feminicídio não começa no assassinato. Muitas vezes, antes da agressão física, já houve controle, humilhação, ameaça, isolamento e violência psicológica por muito tempo.

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Por isso, integrar a rede faz diferença: profissionais precisam saber para onde encaminhar, como preservar a segurança da mulher e como acompanhar cada caso. Fluxos claros podem evitar que o pedido de ajuda se perca no caminho.

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A violência contra mulheres não é “briga de casal” nem caso isolado. É um problema social e de saúde pública, ligado a desigualdades de poder. Atendimento qualificado e políticas públicas permanentes ajudam a transformar essa realidade.

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A mensagem que fica é direta: acolher cedo, acreditar na vítima e conectar os serviços pode salvar vidas. Uma rede forte não substitui a responsabilidade de quem agride — mas impede que a mulher enfrente tudo sozinha. 💜

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