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Resumo em 10 segundos

Seis candidatos ao governo de Pernambuco falaram sobre o tema. Mas quem será cobrado por metas, orçamento e resultado? 🧵

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Seis candidatos ao Governo de Pernambuco apresentaram propostas contra a violência às mulheres na série “Política para elas”. Mas, a pouco mais de um mês do 1º turno, a pergunta é: promessa de campanha protege quem precisa de ajuda hoje? 🧵

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Participaram Raquel Lyra (PSD), João Campos (PSB), Ivan Moraes (PSOL), Renan Hallais (Missão), Professora Camila (UP) e Guilherme Fonseca (PSTU). O tema entrou no debate eleitoral — mas ganhará prioridade real depois do voto?

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Dois candidatos não gravaram depoimento: Professor Jeremias do Banco (Democrata) e Victor Assis (PCO). Em uma disputa pelo governo, não comparecer para falar de feminicídio e violência de gênero também não deveria exigir explicação pública?

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O tempo de fala variou conforme a bancada dos partidos no Congresso: 1 minuto, 40 ou 30 segundos. É uma regra de exposição eleitoral. Mas a capacidade de enfrentar a violência pode ser medida pelo tamanho da bancada — ou pela qualidade das metas e do orçamento?

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Falar em machismo estrutural, integração e coragem é importante. Só que a cobrança precisa ir além: haverá delegacias especializadas funcionando 24h? Abrigo seguro? Atendimento de saúde, assistência jurídica e renda para romper o ciclo da violência?

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Segurança para mulheres não se resolve só com endurecimento de discurso. Prevenção nas escolas, equipes capacitadas, transporte seguro, dados transparentes e rede de proteção nos municípios podem fazer a diferença — especialmente para mulheres negras, periféricas e do interior.

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A questão que deveria atravessar a eleição em PE é simples: cada candidatura vai apresentar metas públicas, dinheiro previsto e prazos para reduzir a violência? Sem compromisso verificável, proposta pode virar apenas vídeo de campanha.

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