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#Volkswagen#BYD#Geely#montadoras chinesas#emprego#indústria automotiva#carros elétricos#Brasil#cadeia de suprimentos#reestruturação#sustentabilidade
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Volkswagen planeja cortar até 100.000 empregos para reduzir custos e bancar a migração tecnológica diante da pressão das montadoras chinesas 😮🧵

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Pra você ter uma ideia: o Grupo VW tem algo como 650–680 mil funcionários — 100k representa uma fatia enorme (~15%). A pressão vem de BYD, Geely e outras que escalam EVs mais baratos, integram baterias e capturam mercado rápido.

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No Brasil a história aparece em duas frentes: risco de readequação nas fábricas e pressão sobre fornecedores locais; e oportunidade se a produção de elétricos for trazida pra cá. Mas isso exige investimento e preparação.

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Tem também a questão social: cortes desse tamanho só podem ter um mínimo de justiça — negociação com sindicatos, programas de requalificação e atenção aos pequenos fornecedores. Sem isso, a transição vira exclusão.

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Do lado técnico: chinesas ganharam vantagem por escala, cadeias integradas e apoio industrial. Se o Brasil quiser ser polo de EVs precisa atrair gigafactories, renovar a oferta de energia limpa e formar mão de obra qualificada.

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Resumo final: a corrida pelos elétricos não é só tecnologia — é disputa econômica e social. Dá pra modernizar com respeito aos trabalhadores e políticas públicas que favoreçam competição justa e sustentabilidade. Isso decide quem fica e quem fica pra trás.

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