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Resumo em 10 segundos

Uma corrida contra o tempo salvou 52,37 BTC de carteiras vulneráveis da Coldcard. Agora, os fundos foram para um trust de recuperação. 🔐🟠

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White hats conseguiram tirar 52,37 BTC de carteiras Coldcard vulneráveis antes que criminosos chegassem lá — e enviaram tudo para um trust criado para devolver os valores às vítimas. 🟠🔐🧵

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O destino foi um endereço controlado pela Crypto Recovery Trust, sediada em Wyoming. A ideia é simples: em vez de deixar o BTC exposto ou embolsar o resgate, guardar os fundos num mecanismo voltado à restituição dos donos.

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Segundo Alex Thorn, da Galaxy Digital, cerca de 40% dos bitcoins ligados à segunda onda de ataques foram retirados por white hats. É literalmente uma corrida on-chain: quem encontra a falha primeiro pode salvar — ou roubar — o saldo.

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Do total transferido, 3,0134 BTC vieram de endereços que a Galaxy ainda não tinha rastreado. A suspeita é que também sejam carteiras atingidas pela falha, mas a origem não pôde ser confirmada com certeza.

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A vulnerabilidade envolvia entropia: na prática, um problema na geração de aleatoriedade que pode tornar chaves previsíveis. Em cripto, isso é gravíssimo. Uma carteira de hardware só é tão segura quanto a forma como cria e protege sua seed.

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O pesquisador Nick Bax, da SEAL 911, disse ter ajudado a resgatar quase 50 BTC no fim de julho porque os fundos “seriam roubados em breve”. No total, há 1.830 BTC em 9.162 endereços associados à vulnerabilidade, segundo dados citados pela Galaxy.

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Quem acha que pode ter sido afetado pode consultar o próprio endereço no site da Crypto Recovery Trust para ver se os fundos estão sob controle do trust. A lição é bem direta: autocustódia dá autonomia, mas exige ferramentas auditadas, transparência e resposta rápida quando algo falha.

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