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Resumo em 10 segundos

Depois de gastar quase US$ 77 bilhões em aquisições, o Xbox vive cortes, estúdios comprimidos e Game Pass mais caro. O que sobrou dessa estratégia? 🎮

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O Xbox comprou gigantes, prometeu um ecossistema enorme… e terminou 2026 menor do que começou. 🎮🧵 Depois de anos de expansão, a Microsoft chama demissões, fechamentos e cortes de “simplificação”.

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Desde a compra da Activision Blizzard King por US$ 68,7 bilhões, em 2023, a divisão passou por cinco grandes rodadas de demissões. Segundo o levantamento do Meio Bit, foram 5.750 pessoas afetadas, além de estúdios fechados, desmembrados e projetos cancelados.

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Antes, a lógica era crescer sem freio: Bethesda por US$ 7,5 bilhões, depois Activision, e uma lista gigantesca de equipes como Double Fine, Ninja Theory, Arkane, Compulsion e Undead Labs. Agora, a prioridade é fazer essa máquina dar lucro.

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O problema é que “eficiência” soa bem diferente para quem cria os jogos. Quando cortes viram resposta padrão após aquisições, equipes perdem estabilidade, projetos somem e o público fica sem saber se aquele jogo aguardado ainda existe.

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E teve a conta para o jogador: o Game Pass Ultimate no Brasil saltou de R$ 60 para R$ 120 por mês — reajuste de 100%. Num mercado em que Steam, Epic e GOG estão a um clique de distância, fidelidade não se decreta.

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No meio desse encolhimento, Hideo Kojima aparece como o grande nome capaz de manter os holofotes no Xbox. Só que uma plataforma não se sustenta apenas com uma carta de prestígio: precisa de estúdios saudáveis, jogos variados e confiança de quem joga.

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