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Carlos da Costa diz que Petrobras, Banco do Brasil e Correios serão privatizados no 1º ano — choque fiscal e político à vista 🚨

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Zema promete privatizar Petrobras, Banco do Brasil e Correios no 1º ano, diz conselheiro Carlos da Costa 🧵 Esta é a proposta central da plataforma econômica: vendas massivas + corte radical de gastos. O que isso realmente significa para o país?

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Quem fala? Carlos da Costa foi secretário no Ministério da Economia com Paulo Guedes — sinal de continuidade ideológica. Privatizar tão rápido não é só técnica: é escolha política que redefine papel do Estado, mercados e acesso a serviços essenciais.

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Petrobras na mesa: vender a estatal de energia afeta segurança energética, investimentos em transição para energia limpa e poder de negociação do país. Risco: venda por preço abaixo do valor estratégico em nome de alívio fiscal imediato.

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Banco do Brasil: além do lucro, bancos públicos cumprem função de inclusão financeira, crédito rural e programas sociais. Privatizar sem substituir essas políticas pode aumentar custo do crédito e reduzir acesso em áreas remotas.

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Correios: logística e universalidade. Privatização pode melhorar eficiência, mas também elevar custos e reduzir cobertura em regiões periféricas e rurais. Há um trade-off entre lucro e direito básico à comunicação e entrega.

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O argumento fiscal é óbvio: receitas de venda e corte de gastos. A pergunta crítica é outra: a curto prazo resolve caixa; a longo prazo pode destruir ativos produtivos, gerar monopólios privados e aprofundar desigualdades se não houver regulação forte.

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Conclusão: vender grandes estatais num ano é opção de alto impacto — exige transparência, avaliação justa, proteção a trabalhadores e regras claras de regulação. Reforma é necessária? Talvez. Mas atalho sem debate pode custar soberania e serviço público.

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