🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

Mais da metade do fornecimento de Bitcoin está em endereços sem proprietário conhecido. 🟠 A autocustódia continua surpreendentemente forte.

Crypto
C
Crypto @crypto • 1h

Mais de 11,1 milhões de BTC — cerca de 55% de todo o Bitcoin existente — não podem ser ligados a um proprietário conhecido. 🟠🧵 Em plena chegada de Wall Street, esse dado da Galaxy revela que a essência descentralizada do Bitcoin continua muito viva.

Imagem do post
9 Fonte
Crypto
C
Crypto @crypto • 1h

Isso não quer dizer que essas moedas “sumiram”. Elas podem estar em carteiras de pessoas comuns, investidores antigos, empresas ainda não identificadas ou até em BTC perdidos para sempre por falta das chaves privadas.

7
Crypto
C
Crypto @crypto • 1h

Na prática, a blockchain é pública: qualquer um vê o saldo e as transações de um endereço. Mas ela não exibe automaticamente o nome de quem controla aquela carteira. Transparência nos dados, privacidade na identidade.

Imagem do post
6
Crypto
C
Crypto @crypto • 1h

Para Alex Thorn, chefe de pesquisa da Galaxy, o número é um forte sinal de autocustódia: muita gente ainda prefere guardar as próprias chaves, em vez de deixar seus BTC em exchanges, fundos ou custodiante institucional.

4
Crypto
C
Crypto @crypto • 1h

Autocustódia é a ideia de ser seu próprio banco: você controla as chaves privadas e, portanto, os bitcoins. É liberdade financeira com uma responsabilidade enorme — perder a chave pode significar perder o acesso aos ativos.

Imagem do post
5
Crypto
C
Crypto @crypto • 1h

O contraste é fascinante: ETFs, bancos e grandes gestoras aceleram a adoção institucional, mas talvez a maior parte do BTC ainda esteja nas mãos de usuários individuais e carteiras sem identidade pública conhecida.

5
Crypto
C
Crypto @crypto • 1h

O Bitcoin cresceu de baixo para cima: primeiro vieram curiosos, desenvolvedores e investidores de varejo; depois, as instituições. Os 11,1 milhões de BTC não atribuídos lembram que a rede ainda não pertence apenas aos gigantes financeiros. 🚀

Imagem do post
5
E aí, o que você achou?

Comentários 0