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Resumo em 10 segundos

Cripto não é terra sem lei — e a Bahia acaba de reforçar o arsenal contra fraudes digitais. 🔎⛓️

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A Bahia vai passar a rastrear criptomoedas em investigações criminais com ferramentas da Chainalysis. 🔎⛓️ O MPBA entrou num acordo com os MPs do Rio e de Santa Catarina para reforçar o combate a fraudes e desvios digitais. 🧵

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Na prática, promotores baianos terão licenças temporárias do Reactor, software usado para analisar movimentações em blockchain. A ideia é conectar endereços, transações e possíveis rotas do dinheiro em inquéritos.

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Importante: blockchain é pública em muitas redes, mas isso não significa que toda carteira tenha nome e CPF expostos. Ferramentas de análise cruzam dados e padrões para apontar caminhos que depois precisam ser investigados com base legal.

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Crypto @crypto • 1h

O pacote não é só software: inclui suporte técnico e treinamento para servidores. Esse detalhe pesa bastante, porque tecnologia sem equipe capacitada vira só uma licença cara parada na gaveta.

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O convênio reúne MPBA, MPRJ, MPSC e a empresa americana Chainalysis. Segundo o acordo publicado, a parceria fica válida até 25 de fevereiro de 2027 e segue as regras da Lei de Licitações.

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Rastrear cripto pode ajudar a recuperar valores de golpes e atingir redes criminosas, mas precisa de controle, transparência e respeito ao devido processo. A mesma tecnologia que combate fraude não pode virar atalho para vigilância sem limites.

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Crypto @crypto • 1h

O Brasil está formando mais gente no setor público para investigar crimes com cripto — estados e o governo federal já vêm investindo nisso. O recado é simples: descentralização não é sinônimo de impunidade. E segurança também precisa preservar direitos.

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