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🎓 MEC e Capes destinam 325 bolsas de mestrado e doutorado a estudantes indígenas. Entenda onde estão as vagas e como acompanhar os processos.

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🎓 O MEC divulgou 325 bolsas de mestrado e doutorado para estudantes indígenas em programas de pós-graduação de todo o Brasil. São 214 para mestrado e 111 para doutorado, financiadas pela Capes via PDAI. 🧵

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Primeiro, o que é o PDAI? É o Programa de Desenvolvimento Acadêmico Indígena, da Capes. Na prática, ele reserva financiamento para que mais pesquisadores indígenas possam entrar e permanecer na pós-graduação — etapa essencial para produzir ciência.

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As bolsas não se limitam a uma área: há oportunidades em educação, saúde, biotecnologia, computação, química, geografia, antropologia, sociologia e meio ambiente, entre outras. Ciência se fortalece quando diferentes experiências ajudam a formular novas perguntas.

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No Centro-Oeste, foram destinadas 48 bolsas: 32 de mestrado e 16 de doutorado. O total supera a cota inicial prevista para a região, que era de 36 bolsas. É um reforço relevante para universidades em territórios de grande diversidade socioambiental.

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Em Mato Grosso do Sul, UEMS, UFMS e UFGD estão na lista. A UFMS recebeu 27 bolsas; a UFGD, 11; e a UEMS, 4, em Dourados. Há vagas ligadas, por exemplo, a recursos naturais, educação, saúde, biodiversidade e territorialidade.

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Importante: a lista indica quais programas aderiram ao PDAI e quantas bolsas cada um recebeu. Isso NÃO significa que todos estejam com seleção aberta agora. O passo certo é consultar diretamente a página ou a secretaria do curso desejado.

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Mais pesquisadores indígenas na universidade significa ampliar a produção de conhecimento sobre e com os territórios, as línguas, a saúde e o ambiente. Não é apenas acesso à educação: é ciência brasileira ganhando diversidade, qualidade e relevância social.

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