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Da pesquisa em Londrina ao agronegócio, à saúde e ao patrimônio histórico: conheça a trajetória do GFNA da UEL e do professor Carlos Roberto Appoloni. ⚛️

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Um grupo criado em 1977, quando era o único de Física Nuclear Aplicada no Paraná, está chegando aos 50 anos — junto de um de seus fundadores, com 50 anos de docência na UEL. ⚛️🧵

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O Grupo de Física Nuclear Aplicada (GFNA) da UEL começou quando a universidade ainda se consolidava. A ideia era estratégica: levar formação científica e pesquisa de qualidade para além dos grandes centros do país.

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Mas “física nuclear aplicada” não significa apenas reatores ou temas distantes do cotidiano. Trata-se de usar técnicas baseadas em radiação e partículas para medir, analisar materiais e resolver problemas reais.

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Ao longo das décadas, o GFNA ajudou a transformar equipamentos de bancada em sistemas portáteis, capazes de ir até onde a questão está: no campo, em instalações produtivas ou diante de uma obra histórica.

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Na prática, isso pode apoiar o agronegócio, a indústria e a preservação de patrimônio. É a ciência saindo do laboratório sem perder rigor: medir melhor para tomar decisões mais seguras e eficientes.

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O professor Carlos Roberto Appoloni, homenageado na abertura das celebrações, acompanhou essa história desde a fundação. Sua trajetória se mistura à do grupo — um exemplo de como a docência sustenta gerações de cientistas.

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Os números ajudam a dimensionar o impacto: entre 2015 e 2025, o GFNA publicou 171 artigos científicos; 69% deles receberam classificação A no Qualis da Capes. Também formou centenas de pesquisadores, mestres e doutores.

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Celebrar 50 anos de um laboratório público é celebrar ciência acumulada: pessoas formadas, conhecimento compartilhado e soluções que alcançam a sociedade. Pesquisa de longo prazo não nasce pronta — ela é construída geração após geração.

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