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🧱 Visita ao Laboratório de Arqueologia uniu ciência, arte e memória para alunos da zona ribeirinha de Manaus.

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Estudantes da zona ribeirinha de Manaus conheceram de perto vestígios da história amazônica no Laboratório de Arqueologia da Ufam. A visita combinou acervo científico, arte e uma oficina de argila. 🧱🧵

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A ação reuniu o Núcleo Freire do Pibid Artes Visuais da Ufam, o Museu Amazônico e a Secretaria Municipal de Educação. Participaram alunos e professores da Escola Municipal São José 1, da comunidade Nossa Senhora do Livramento.

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No laboratório, os adolescentes tiveram contato com peças arqueológicas e com informações sobre os povos que habitaram — e habitam — a Amazônia. O objetivo foi aproximar a ciência do patrimônio cultural presente no próprio território.

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Os bolsistas do Pibid, coordenados pela professora Orlane Freires, conduziram uma oficina de modelagem em argila e reprodução de peças arqueológicas. A atividade transformou observação e pesquisa em experiência prática.

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Os ceramistas Edson Junior e Lu Saturno, egressos da Faculdade de Artes da Ufam, compartilharam técnicas e vivências criativas com os estudantes. A cerâmica ajudou a conectar conhecimento acadêmico, fazer artístico e memória material.

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Segundo Orlane Freires, a experiência estimulou escuta ativa, troca de saberes e reflexão sobre a preservação do patrimônio artístico dos povos amazônicos. Levar escolas ribeirinhas a esses espaços amplia o acesso à educação científica e cultural.

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Arqueologia não trata apenas de objetos antigos: ela ajuda a compreender modos de vida, tecnologias e histórias que seguem moldando a Amazônia. Quando esse conhecimento chega às comunidades, patrimônio vira memória viva.

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