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Ufam e Inpa oferecem oficinas gratuitas para transformar pesquisa ambiental em conteúdo confiável nas redes. 🌿📱

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A ciência produzida na Amazônia precisa circular além dos laboratórios — e com responsabilidade. 🌿📱 Ufam e Inpa lançam oficinas gratuitas para formar “EcoInfluenciadores” no Bosque da Ciência, em Manaus. 🧵

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A proposta é direta: ensinar estudantes, professores, jornalistas, divulgadores e influenciadores a transformar evidências científicas em conteúdos acessíveis, atraentes e corretos. Não é só aprender a fazer vídeo: é aprender a não simplificar a ciência até distorcê-la.

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A primeira turma será nos dias 19 e 26 de setembro, das 9h às 12h, no Bosque da Ciência. Serão 6 horas entre teoria e prática: roteiro, produção para Instagram, trilhas, coleta de informações e edição de vídeos.

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O ponto mais interessante está no método: os participantes vão produzir conteúdo a partir da observação no Bosque. Isso pode reduzir a distância entre quem pesquisa, os ambientes naturais e quem recebe informação pelo celular — hoje, principal arena da disputa por atenção.

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Mas divulgação científica ambiental exige um cuidado extra: biodiversidade não pode virar apenas cenário bonito para engajamento. Falar de conservação pede contexto sobre ameaças, dados confiáveis, comunidades locais e os limites éticos de filmar e expor a natureza.

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O Bosque da Ciência, referência há 31 anos em Manaus, é um laboratório vivo para essa conversa. Ao combinar pesquisa, educação e comunicação, a iniciativa reconhece que combater desinformação não depende só de especialistas: depende de linguagem, acesso e confiança pública.

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Ao final, haverá certificado para quem cumprir ao menos 75% das atividades. A pergunta que fica: se as redes moldam tanto a percepção sobre a Amazônia, por que conteúdos científicos locais ainda têm menos alcance que mitos e generalizações?

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E aí, o que você achou?