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🏥 Em setembro, a rede de urgência de Aparecida de Goiânia atendeu uma população equivalente a uma cidade inteira. O número revela a força — e o desafio — do SUS local. 🧵

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🏥 Mais de 60 mil atendimentos em apenas um mês: este foi o ritmo da rede de urgência de Aparecida de Goiânia em setembro. Por trás de cada número, há uma dor, um susto, um nascimento e uma equipe pronta para acolher. 🧵

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Foram 60.093 atendimentos nas três UPAs, nos CAIS Nova Era e Colina Azul e na Maternidade Municipal. Em uma cidade de cerca de 600 mil habitantes, é como se 1 em cada 10 moradores tivesse recorrido à rede de urgência no período.

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A maior pressão veio da UPA Buriti Sereno: 15.739 atendimentos, ou 27,3% do total. Depois aparecem o CAIS Nova Era, com 11.597, e a UPA Brasicon, com 10.888. São portas abertas 24 horas para quem não pode esperar.

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A UPA Flamboyant registrou 10.240 atendimentos e o CAIS Colina Azul, 9.079. Somadas, essas cinco unidades fizeram 57.543 acolhimentos. A dimensão ajuda a entender por que planejamento, insumos e valorização das equipes são decisivos.

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Na Maternidade Municipal, foram 2.550 atendimentos em obstetrícia e ginecologia. Cada chegada ali carrega uma história diferente — e reforça como uma assistência pública acessível faz diferença desde o pré-natal até o parto.

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Muitos casos atendidos na urgência seguem para cirurgias e tratamentos no HMAP, o Hospital Municipal de Aparecida. A integração entre portas de entrada, maternidade e hospital é o que pode evitar que o paciente se perca no caminho do cuidado.

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O volume de setembro não é apenas um balanço administrativo: é um retrato da dependência cotidiana da população em relação ao SUS. Quando a demanda cresce, a resposta precisa ser rede estruturada, equipes protegidas e acesso digno para todos.

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