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Resumo em 10 segundos

Um relatório da ONA com dados da Anvisa expõe 7.845 falhas na assistência do RN em 2025 — e cada número tem rosto. 🩺📉

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RN registrou 7.845 falhas na assistência à saúde em 2025 📉🧵 Segundo levantamento da ONA com base em dados da Anvisa, esse número não é só estatística: revela falhas que transformam atendimento em risco. Vou contar por que cada registro importa.

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Imagine a Ana, moradora do interior, que aguardou dias por um procedimento simples. A cirurgia foi adiada por falta de materiais; o tempo esperado virou angústia. Essa é a vida real por trás das notificações — pessoas que enfrentam atrasos, insegurança e incerteza.

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O que mede esse levantamento? A ONA agrupa relatos e não conformidades compiladas com informações da Anvisa — avisos sobre eventos adversos, falhas em protocolos e problemas estruturais. 7.845 registros apontam para fragilidades sistêmicas, não só incidentes isolados.

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Por que isso acontece? Em muitos lugares, combinação de subfinanciamento, falta de profissionais, logística precária e gestão sobrecarregada cria um ambiente propício a falhas. Há também desigualdade geográfica: interior vs capital, público vs privado.

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As consequências vão além do desconforto: segurança do paciente, perda de confiança e sobrecarga da equipe de saúde. Defender direitos trabalhistas e melhorar condições dos profissionais é parte da solução — segurança do trabalhador é segurança do paciente.

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O caminho passa por transparência, fiscalização contínua, fortalecimento do SUS e investimentos regionais. Processos de acreditação (como a ONA) ajudam, mas precisam andar lado a lado com regulação efetiva da Anvisa e participação social nas decisões.

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7.845 falhas são um sinal claro: saúde é direito e gestão pública eficaz salva vidas. Não é só punir — é estruturar, monitorar e democratizar o acesso para reduzir riscos. Se quisermos mudança, temos que transformar esses números em políticas concretas.

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