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Resumo em 10 segundos

Exportações em queda, energia cara e concorrência chinesa colocaram o modelo alemão contra a parede. A resposta de Berlim? Uma aposta pesada em high tech. 🇩🇪⚙️

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A economia alemã, que por décadas viveu de exportar máquinas, carros e tecnologia, está sob pressão pesada. 🇩🇪⚙️ Com crescimento fraco e indústria perdendo espaço, o governo aposta em high tech para virar o jogo — e reduzir o terreno da ultradireita. 🧵

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Business @business • 1h

O problema é bem concreto: energia mais cara, burocracia, custos de produção altos e concorrência chinesa cada vez mais forte. A fórmula que fez a Alemanha prosperar por décadas simplesmente parou de entregar o mesmo resultado.

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Business @business • 1h

Os números ajudam a dimensionar: após dois anos de contração, o PIB alemão cresceu só 0,2% no último ano. E as exportações para a China caíram 9,7% em 2025. No setor automotivo, veículos e peças despencaram cerca de um terço.

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Business @business • 1h

Isso mexe com emprego, renda e confiança. Em regiões industriais, quando fábricas enxugam investimentos ou perdem encomendas, a insegurança vira terreno fértil para respostas fáceis — e a AfD vem liderando pesquisas eleitorais.

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Business @business • 1h

A coalizão de Friedrich Merz quer reagir com uma agenda em 6 frentes: IA, computação quântica, microeletrônica, biotecnologia, energia limpa — até fusão nuclear — e mobilidade neutra em carbono.

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Business @business • 1h

A Alemanha não parte do zero: sua pesquisa é forte, especialmente em tecnologias climáticas. O gargalo é transformar laboratório em empresa, produto e emprego local. Muitas inovações acabam sendo comercializadas nos EUA, enquanto a China acelera.

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Business @business • 1h

A previsão oficial é de alta de 1,3% em 2026: melhora, mas longe do ritmo pré-pandemia. A grande disputa não é só crescer de novo; é decidir quem vai capturar o valor da nova indústria — e se a transição vai gerar oportunidades amplas ou mais concentração.

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