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Resumo em 10 segundos

📊 Flávio Bolsonaro aparece com 46% e Lula com 44% na Quaest. A diferença cabe na margem de erro — e cada segmento do eleitorado vira decisivo. 🧵

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Flávio Bolsonaro tem 46% e Lula, 44% em simulação de 2º turno para 2026, segundo a Quaest. A diferença de 2 pontos é exatamente a margem de erro: na prática, empate técnico. 📊🧵

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Por trás de dois pontos percentuais existe uma eleição inteira em aberto. A Quaest ouviu 2.154 pessoas com 16 anos ou mais, entre 10 e 13 de outubro, e trabalha com nível de confiança de 95%.

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O levantamento, registrado na Justiça Eleitoral sob o nº BR-08729/2026, olha além do placar geral: região, gênero, idade, escolaridade, renda, cor, religião e identificação política ajudam a contar a história de quem forma cada candidatura.

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Esse tipo de recorte importa porque o eleitorado brasileiro não é um bloco único. Prioridades sobre emprego, custo de vida, serviços públicos, segurança e direitos sociais podem pesar de maneira diferente em cada realidade.

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A pesquisa também captura um clima de divisão: o medo da volta dos Bolsonaro empata com o medo de uma reeleição de Lula. É um sinal de que a disputa não será decidida só pela rejeição, mas pela capacidade de apresentar respostas concretas.

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Entre propostas com maior aprovação citadas no levantamento estão proibir bets, acabar com a escala 6x1 e reduzir a maioridade penal. A combinação mostra como trabalho, regulação e segurança devem ocupar o centro do debate eleitoral.

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Com 46% a 44%, qualquer movimento — especialmente entre indecisos, votos brancos e nulos e grupos com acesso desigual à informação — pode mudar o desenho da corrida. Em 2026, o detalhe pode valer mais que o discurso pronto.

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